Santuário de Nossa Senhora do Sagrado Coração

Vila Formosa - São Paulo - Brasil

Criança é símbolo de transparência, de verdade e de integridade

23º Dia – Marcos 9, 30-37

São virtudes que a própria criança não conhece e nem sabe da existência. Mas ela os vive. Jesus encontra nesta passagem uma forma de mostrar que o ser interior deve estar bem e integrado para que sejamos verdadeiros transmissores da sua Palavra. Coração atribulado, transmitirá uma palavra atribulada. É preciso uma cura pessoal e interior para que a Palavra gere fruto, primeiro em nós e depois nos outros. Quando a Palavra dá frutos em nós nos sentimos servos, acolhedores, dispensadores da graça de Deus porque sabemos que não precisamos mais ser o maior, o primeiro, porque a graça se dá independente do cargo que ocupamos ou do status que temos. Graça é fonte de bênçãos e nunca busca pelo primeiro lugar. Quanto mais nos achamos merecedores porque nos achamos bons, mais devemos refletir sobre com entendemos o amor de Deus por nós.

Por: Pe. Air José de Mendonça


Hoje fala-se muito de otimismo

22º Dia – Lucas 8, 4-15

De se ter uma vida melhor de acreditar nos sonhos e etc. Tudo isso é válido, claro, principalmente se vem acompanhado de um discernimento pessoal junto à Palavra de Deus. A parábola do semeador é uma grande aliada para esta reflexão. Independente dos pássaros, do sol, dos espinhos, a Palavra surgiu e fez acontecer o milagre da superação. Os obstáculos surgiram para maltratar, judiar, impedir o sol, sufocar, mas nada foi adiante porque a semente era forte e foi semeada com amor, com determinação e dedicação. Somos sementes, somos semeadores e precisamos ao longo da vida, identificar estes papéis para que não percamos a vitalidade da semente que somos e nem a capacidade de colocá-la na vida de muitos irmãos. Vale à pena ler novamente o texto de hoje e nos identificar com ele.

Por: Pe. Air José de Mendonça


São Mateus

21º Dia – Mateus 9, 9-13

Bons convites são sempre bem vindos. Aceitá-los é um opção nossa. São Mateus aceitou prontamente o convite de Jesus e certamente ele deve ter ficado perturbado porque Jesus sabia que ele não era bem visto naquele lugar por ser cobrador de impostos. Deve ter achado que Jesus não estivesse bem naquele dia. Mateus, porém, esqueceu-se de que Jesus olhava o coração e não a atitude exterior apenas. Ele sabia que em seu coração muita coisa boa poderia brotar e, por isso, suscitou nele a vontade de seguir e de ser diferente. Com cada um de nós acontece a mesma coisa quase todos os dias. Há sempre m convite de Jesus na pessoa que cumprimentamos, na mensagem do rádio que ouvimos, no programa de TV que assistimos, no seu chefe, na sua família e onde quer que o seu coração esteja. Peca discernimento a Deus para ver qual deles você deve aceitar.

Por: Pe. Air José de Mendonça


As lágrimas são o choro da alma

20º Dia – Lucas 7, 36-50

A primeira impressão que se tem é de a mulher tinha tanto remorso da sua vida passada que chorou amargamente como se não fosse possível receber o perdão e recomeçar. Jesus mostra-lhe o contrario, de que é possível ter uma vida nova mesmo diante de muitas dificuldades que tenhamos vivido pelo pecado. As lágrimas são o choro da alma e transforma-se em perfume de bênçãos. Foi esta a realidade que se apresentou diante de Jesus e, por isso, ele corrige e admoesta ao mestre da lei dizendo que ele não podia julgar a mulher como julgava. Faltou misericórdia. Porem, sabemos que não é tão fácil assim. É necessário ter uma disponibilidade interior e um olhar divino sobre a realidade que nos cerca. Segundo Jesus, através da oração podemos conseguir isso. Não seria bom tentar?

Por: Pe. Air José de Mendonça


Jesus foi bem perspicaz na passagem que acabamos de ler

19º Dia – Lucas 7, 31-35

E esta é uma realidade que sempre acontece em nossas comunidades e relacionamentos em geral. Em muitos momentos perdemos a noção evangélica e saímos a torto e a direito falando das pessoas e julgando sem nenhum critério. Idealizamos e queremos que as pessoas sejam o que queremos e não o que ela realmente é. Se ela, por acaso, não age como queremos, encontramos todas as justificativas para condená-la e para dizer que ele não tem condições de fazer oque faz e de nem de estar onde está, não importando, por exemplo, as suas qualificações profissionais. Falaram de Joao Batista, falaram dos profetas e falaram de Jesus. Nenhum deles satisfez a todos. E nós, temos consciência de que também podemos não contentar a todos? Que tal pensar sobre isso e tentar mudar?

Por: Pe. Air José de Mendonça


Toda a sua ação se dá em defesa e em amor a um povo mais sofrido

18º Dia – Lucas 7, 11-17

Todos nós conhecemos muitas passagens bíblicas e sabemos de cor algumas delas. Conhecemos o seu conteúdo e vemos que em boa parte delas Jesus cura. Toda a sua ação se dá em defesa e em amor a um povo mais sofrido. Ele vive em meio aos pobres e aos que eram considerados pecadores seja pelo estilo de vida ou até mesmo pela condição social. Jesus se atreve a curar estas pessoas e a inseri-las no convício social. Ao resgatar o filho da viúva da morte Jesus não lhe concede privilégios. Quer com este gesto mostrar que a graça de Deus e o olhar de Deus está com todo aquele que necessita e que de alguma maneira não tem quem o defenda. Deus, por isso, se revela como o defensor daquele povo sem necessidade e entregue a mercê dos que interpretavam a lei e a vontade de Deus a seu favor e não em favor dos pobres. Jesus é o revelador e Pai misericordioso.

Por: Pe. Air José de Mendonça


Você aceita que a autoridade de Jesus tudo pode em sua vida?

17º Dia – Lucas 7, 1-10

Se sim, a sua fé se iguala a do centurião que colocou-se totalmente nas mãos de Jesus e pediu que ele fizesse o que pudesse pelo seu servo. O centurião não pede pelo seu filho, nem pela sua esposa e nem pela sua família, mas pede por um servo. O seu amor e sua compaixão sai do eixo familiar e de parentesco e chega aos que não tem vez e voz. Jesus se admira pela sua determinação e pela sua bondade e ainda mais porque ele não pediu a presença de Jesus diante do seu servo, mas a sua vontade. O testemunho e a fé inabalável é o que motiva Jesus a curar o servo, mesmo à distância. Como está a sua fé? Você a tem alimentado com a oração e a eucaristia? O alimento da fé é a oração? Quanto mais alimentada, mais capacidade de discernimento ela nos dará. A sua fé, pode ser comparada a do centurião?

Por: Pe. Air José de Mendonça


É preciso amar até o fim

16º Dia – Marcos 8, 27-35

Pedro vive dois momentos extremos diante de Jesus. Certamente não deve ter sido fácil pra ele. Primeiro, reconhece Jesus como o Messias e logo em seguida, é motivo de tristeza para Jesus quando não aceita que ele deveria passar pela cruz. Aliás, a cruz tem sido nosso tema por aqui. Pedro parece inocente porque parece desconhecer que a sua entrega e aceitação do convite de Jesus como discípulo, havia implicado em aceitar a cruz e a morte, caso elas cruzassem o seu caminho. Pedro ama tanto a Jesus e a sua proposta que não quer que nada de mal lhe aconteça. Quando amamos é assim. Não queremos que a pessoa amada sofra e fazemos de tudo para que ela esteja bem. Quanto a Jesus, ele entende a Pedro mas adverte que o seguimento não pode comportar em paixões desordenadas. É preciso amar até o fim, mas num amor sem reservas e totalmente disponível.

Por: Pe. Air José de Mendonça


Outra vez a cruz

15º Dia – João 19, 25-27

Senão nela, ao seu redor aconteceram grandes momentos da vida de Jesus. Antes da crucificação várias pessoas se solidarizaram com ele e se fizeram presentes em meios às suas dores e lagrimas: as mulheres de Jerusalém, Simão Cirineu e tantos outros. Depois da crucificação tantos outros acompanharam Maria em seu luto santo. No evangelho de hoje, na cruz, Jesus nos entrega à sua mãe porque ele sabia que ninguém melhor do que ela podia cuidar de cada nós. E nós, deveríamos acolhê-la afetivamente em nossa vida. Maria não deixou de olhar com contemplação para a morte de seu Filho. Ao longo de toda a sua vida ela agiu assim, da concepção até a sua morte: contemplou o próprio Filho. Exemplo de fé, coragem e amor. Oxalá pudéssemos seguir um pouco desta entrega. Sintamo-nos motivados para viver desta graça que Maria viveu, a de sermos contempladores da ação de Jesus em nossa vida.

Por: Pe. Air José de Mendonça


Exaltação da Santa Cruz

14º Dia – João 3, 13-17

Celebramos uma festa muito interessante e ao mesmo tempo, para muitos, intrigante: a exaltação da Santa Cruz. Como exaltar o que mata? Bem, a história não é bem assim. A cruz é a fonte do mistério que celebramos em toda a Eucaristia. Por ela, o Salvador tornou-se memória e por ela triunfou sobre a morte, por isso ela é chamada de lugar da passagem, lugar da glorificação. Por isso a ostentamos em nossas igrejas e muito a trazem em seu peito ou em diversos lugares. Não adoramos a cruz como morte sem fim, mas como espaço redentor. Jesus não a negou, mas a assumiu como parte de sua caminhada. O convite é claro e simples. Assumir a cruz é aderir ao mistério que nos salva. É encontrar num símbolo modesto e despojado a motivação para entregar a Jesus toda a nossa vida e fazer com que a cruz cotidiana seja assumida como caminho para a minha salvação.

Por: Pe. Air José de Mendonça


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